segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Então vamos falar de política...

Todo ano eleitoral é a mesma coisa, os amigos de outrora viram inimigos mortais e inimigos mortais tornam-se amigos de infância, o que é pra ser a festa da democracia nada mais é do que a grande farra da corrupção,
alianças políticas entre partidos de esquerda com partidos de esquerda e de partidos de direita com partidos de direita já não existem mais há décadas, os políticos e os partidos unem-se conforme interesses puramente individuais, os objetivos de um partido não são mais traçados com base em seus princípios, mas sim em função dos ideais momentâneos de seus “agregados”, para os maus políticos (prefiro acreditar que ainda existam bons) a população nada mais é do que uma pirâmide dividida e subdividida em vários grupos, na base dessa pirâmide fica a maior parte da população, que na visão corrupta da política, está dividida em, ‘’os sem voz ativa”, “os ignorantes” e “os burros”, “os sem voz ativa” são a parte esclarecida da população pobre, que sabem o que acontece, geralmente são cheios de boas idéias, mas por se tratarem de uma minoria são abafados pelos outros grupos, “os ignorantes” que são a maior parte dessa subdivisão da população, são aqueles que não dispõem de acesso a informação, portanto são facilmente coagidos a optarem por uma escolha errada, no ultimo grupo temos “os burros” que são pessoas parcialmente esclarecidas, facilmente influenciáveis e com extrema dificuldade em aceitar que fizeram uma escolha política errada, por conhecerem um pouco, geralmente são os disseminadores das idéias dos maus políticos para os ignorantes, porém com o crescimento das redes sociais os chamados “sem voz ativa” passaram a ganhar espaço dentro do cenário político, um prova disso são as inúmeras manifestações que acompanhamos em 2013, nasci depois do período da ditadura militar, não sofri, nem vivenciei a repressão, mas me atrevo a dizer que dentre todas as burradas políticas que nosso país já fez, acabar com a ditadura foi a pior burrada de todas, afinal viver em uma falsa democracia, onde a população precisa se revoltar e sair às ruas para que as coisas aconteçam é praticamente igual a ser reprimido.

Abraço! 

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